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CFOAB parabeniza seccional paranaense pelos 94 anos de fundação

domingo, 15 de fevereiro de 2026 às 10h00

A advocacia paranaense celebra neste domingo (15/2) mais um aniversário de criação da OAB-PR. Com 94 anos de atuação institucional, a seccional reúne atualmente mais de 90 mil profissionais inscritos e conta com 49 subseções distribuídas em todo o estado.

“A trajetória da OAB do Paraná é marcada pela defesa intransigente da advocacia, da justiça e da democracia. Sua história é um exemplo de compromisso com a cidadania e os direitos fundamentais, fortalecendo tanto a classe quanto a sociedade”, disse o presidente do Conselho Federal da OAB, Beto Simonetti.

O presidente da OAB-PR, Luiz Fernando Casagrande Pereira, destacou o legado institucional construído ao longo das décadas. “São 94 anos de uma linda história em defesa da advocacia e da sociedade. Uma história que não se faz com silêncio, mas sempre com posicionamentos firmes. Ao longo do tempo, as presidências da Ordem honraram esse compromisso com a advocacia e com a sociedade. Ser presidente neste momento, inspirado nesse passado, é projetar o futuro e trabalhar por ainda mais entregas para a classe e para a população. Contem sempre com a OAB do Paraná”, finalizou.

Histórico

Criada em 15 de fevereiro de 1932 por João Pamphilo D’Assumpção, também fundador do Instituto dos Advogados do Paraná e da Faculdade de Direito da Universidade Federal do Paraná, a seccional organizou a atividade da advocacia no estado e acompanhou as transformações políticas e sociais do Paraná ao longo dessas mais de nove décadas. A entidade começou com pouco mais de uma centena de inscritos e expandiu gradualmente sua estrutura, acompanhando o crescimento da profissão.

Ao longo de sua história, a OAB do Paraná teve atuação relevante na preservação das conquistas da advocacia, especialmente em períodos de exceção. No fim dos anos 1940, trabalhou pelo restabelecimento de direitos suprimidos durante o Estado Novo. Nas décadas de 1960 e 1970, engajou-se na defesa das liberdades públicas e no enfrentamento à ditadura militar. Em 1978, ao sediar a 7ª Conferência Nacional dos Advogados, destacou a necessidade do restabelecimento do habeas corpus, das garantias da magistratura e impulsionou o movimento pela anistia.

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