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"Nas Convenções de Genebra", afirmava o documento, "proíbe-se matar ou torturar o combatente que haja sido capturado ou tenha deposto suas armas. Se desrespeitados esses princípios, essas ações são consideradas crimes de guerra. Esses malditos oficiais superiores não cumpriram as regras elementares estabelecidas nesses Tratados (...) cometeram crimes tão horríveis e hediondos que vão além da imaginação: os que tombaram em combate – alguns ainda com vida – tiveram suas cabeças decepadas; os que foram presos vivos foram assassinados a sangue-frio e também degolados; na tentativa de obterem informações a respeito dos guerrilheiros e para intimidá-los, centenas de moradores dos povoados foram presos, torturados e alguns sucumbiram." |